adventos Cristicos

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sábado, 16 de outubro de 2010

Santa Teresa de Ávila

Santa Teresa de Ávila

Palestra
Por: José Capinha
Teresa de Ávila



Santa Teresa de Ávila ou Santa Teresa de Jesus nasceu em (Gotarrendura, 28 de março de 1515 — faleceu em Alba de Tormes, 4 de outubro de 1582) foi uma religiosa e Escritora Espanhola, famosa pela reforma que realizou no Carmelo e por suas obras místicas.
Foi Canonizada em 1622, Roma pelo Papa Alexandre VII. Festa litúrgica dia 15 de Outubro. Padroeira dos Professores. Foi eleita Doutora da Igreja
Índice
• 1 Infância
• 2 Juventude
• 3 Vida religiosa
• 4 Reformadora e fundadora
• 5 A morte



1 - Infância
Teresa de Cepeda e Ahumada nasceu na província de Ávila, Espanha, numa família da baixa Nobreza. Seus pais chamavam-se Alonso Sánchez de Cepeda e Beatriz Dávila e Ahumada. Teresa refere-se a eles com muito carinho. Alonso teve três filhos de seu primeiro casamento. Beatriz deu-lhe outros nove.
Aos sete anos, gosta muito de ler histórias dos santos. Seu irmão Rodrigo tinha quase a sua idade, por isto costumavam brincar juntos. As duas crianças viviam pensando na eternidade, admiravam a coragem dos santos na conquista da glória eterna. Achavam que os mártires tinham alcançado a glória muito facilmente e decidiram partir para o país dos Mouros com a esperança de morrer pela Fé. Assim sendo, fugiram de casa, pedindo a Deus que lhes permitisse dar a vida por Cristo. Em Adaja encontraram um dos tios que os devolveu aos braços da aflita mãe. Quando esta os repreendeu, Rodrigo colocou toda a culpa na irmã. Com o fracasso de seus planos, Teresa e Rodrigo decidiram viver como Hermitas na própria casa e construíram uma cela no jardim, sem nunca conseguir terminá-la. Desde então, Teresa amava a solidão.
2 - Juventude
A mãe de Teresa faleceu quando esta tinha quatorze anos: "Quando me dei conta da perda que sofrera, comecei a entristecer-me. Então me dirigi a uma imagem de Nossa Senhora e supliquei com muitas lágrimas que me tomasse como sua filha". Quando completou quinze anos, o pai levou-a a estudar no Convento das Agostinianas de Ávila, para onde iam as jovens de sua classe social.
Um ano e meio mais tarde, Teresa adoeceu e seu pai a levou para casa. A jovem começou a pensar seriamente na Vida Religiosa que a atraía por um lado e a repugnava por outro. O que a ajudou na decisão foi a leitura das "Cartas" de São Jerónimo, cujo fervoroso realismo encontrou eco na alma de Teresa. A jovem comunica ao pai que desejava tornar-se Religiosa, mas este pediu-lhe para esperar que ele morresse para ingressar no Convento. No entanto, numa madrugada, com 20 anos, a Santa fugiu para o Convento Carmelita de Encarnación, em Ávila, com a intenção de não voltar para casa.
3 - Vida religiosa
Teresa ficou no Convento da Encarnação. Tinha 20 anos. Seu pai, ao vê-la tão decidida, deixou de opor-se à sua vocação. Um ano depois fez a profissão dos votos. Pouco depois, piorou de uma enfermidade que começara a molestá-la antes de professar. Seu pai a retirou do Convento. A irmã Joana Suárez acompanhou Teresa para ajudá-la. Os médicos, apesar de todos os tratamentos, deram-se por vencidos e a enfermidade, provavelmente impaludismo, se agravou. Teresa conseguiu suportar aquele sofrimento, graças a um livrinho que lhe fora dado de presente por seu tio Pedro: "O terceiro alfabeto espiritual", do Padre Francisco de Osuna.
Teresa seguiu as instruções da pequena obra e começou a praticar a oração mental. Finalmente, após três anos, ela recuperou a saúde e retornou ao Carmelo.
Sua prudência, amabilidade e caridade conquistavam a todos. Segundo o costume dos conventos espanhóis da época, as religiosas podiam receber todos os visitantes que desejassem, a qualquer hora. Teresa passava grande parte de seu tempo conversando no locutório. Isto a levou a descuidar-se da oração mental. Vivia desculpando-se dizendo que suas enfermidades a impediam de meditar.
Pouco depois da morte de seu pai, o confessor de Teresa fê-la ver o perigo em que se achava sua alma e aconselhou-a a voltar à prática da oração. Desde então, a santa jamais a abandonou. No entanto, ainda não se decidira a entregar-se totalmente a Deus nem a renunciar totalmente às horas que passava no locutório trocando conversas e presentes com os visitantes. Curioso notar que, em todos estes anos de indecisão no serviço de Deus, Santa Teresa jamais se cansava de prestar atenção aos sermões, "por piores que fossem".
Cada vez mais convencida de sua indignidade, Teresa invocava com freqüência os grandes santos penitentes, Santo Agostinho e Santa Maria Madalena, aos quais estão associados dois fatos que foram decisivos na vida da santa. O primeiro foi a leitura das "Confissões" de Santo Agostinho. O segundo foi um chamamento à penitência que ela experimentou diante de um quadro da Paixão do Senhor: "Senti que Santa Maria Madalena vinha em meu socorro... e desde então muito progredi na vida espiritual".
Sentia-se muito atraída pelas imagens de Cristo ensangüentado em agonia. Certa ocasião, ao deter-se sob um crucifixo muito ensanguentado, perguntou: "Senhor, quem vos colocou aí?" Pareceu-lhe ouvir uma voz: "Foram tuas conversas no parlatório que me puseram aqui, Teresa". Ela chorou muito e a partir de então não voltou a perder tempo com conversas inúteis e nas amizades que não a levavam à santidade.
As Carmelitas, como a maioria das Religiosas, desde os princípios do Século XVI, já haviam perdido o primeiro fervor. Já vimos que os locutórios dos Conventos de Ávila eram uma espécie de centro de reunião para damas e cavalheiros de toda a cidade. As Religiosas saíam da clausura pelo menor pretexto. Os Conventos eram lugares ideais para quem desejava uma vida fácil e sem problemas. As comunidades eram muito numerosas. O Convento da Encarnação possuía quase 200 religiosas.
4 - Reformadora e fundadora
Já que esta situação era aceita como normal, as religiosas não se davam conta de que seu modo de vida estava muito distante do espírito de seus fundadores. Assim, quando uma sobrinha de Santa Teresa, também religiosa no Convento da Encarnação, deu-lhe a ideia de fundar uma comunidade reduzida, a Santa, que já estava há 25 anos naquele Convento, resolveu colocar em prática o plano.
São Pedro de Alcântara, São Luís Beltrán e o Bispo de Ávila aprovaram o projeto. O provincial dos Carmelitas, Pe. Gregório Fernández, autorizou Teresa a colocar seu plano em prática. Contudo, a execução do projeto causou muitos comentários e o provincial retirou a permissão. Santa Teresa foi criticada pelos Nobres, pelos Magistrados, pelo Povo e até por suas próprias Irmãs. Apesar disso tudo, o Dominicano Pe. Ibañez incentivou Teresa a prosseguir seu projeto.
São Pedro de Alcântara, Dom Francisco de Salcedo e o Pe. Gaspar Daza conseguiram que o Bispo tomasse a causa da fundação do novo Convento para si. Eis que chega de Roma a autorização para se criar a nova Casa Religiosa, o que ocorreu no dia de São Bartolomeu, em 1562. Durante a missa receberam o véu a sobrinha da Santa e outras três noviças.
A inauguração causou grande rebuliço em Ávila. Nesta mesma tarde, a superiora do Convento da Encarnação mandou chamar Teresa e a Santa a procurou com certo temor, pensando que iam encarcerá-la. Teve que explicar sua conduta à superiora e ao Pe. Angel de Salazar, provincial da Ordem. A Santa reconhece que não faltava razão a seus superiores por estarem desgostosos. Mesmo assim, o Pe. Salazar prometeu-lhe que ela poderia retornar ao Convento de São José logo que se acalmassem os ânimos da população.
A Fundação não era bem vista em Ávila, porque as pessoas desconfiavam das novidades e temiam que um Convento sem recursos se transformasse em um peso para a cidade. O Prefeito e os Magistrados teriam mandado demolir o Convento, se não tivessem sido dissuadidos pelo Dominicano Bañez. Santa Teresa não perdeu a paz em meio às perseguições e prosseguiu colocando a obra nas mãos de Deus.
Francisco de Salcedo e outros partidários da fundação enviaram à Corte um Sacerdote que defendesse a causa diante do Rei. Os dois Dominicanos Báñez e Ibáñez acalmaram o Bispo e o provincial. Pouco a pouco a tempestade foi-se acalmando. Quatro meses depois, o Pe. Salazar permitiu que Santa Teresa e suas quatro religiosas retornassem ao Convento de São José.
Teresa estabeleceu no seu Convento a mais estrita clausura e o silêncio quase perpétuo. A comunidade vivia na maior pobreza. As Religiosas vestiam hábitos toscos, usavam sandálias em vez de sapatos (por isso foram chamadas "descalças") e eram obrigadas a abstinência perpétua de carne.
A fundadora, ao princípio, não aceitou comunidades com mais de treze religiosas. Mais tarde, nos Conventos que possuiam alguma renda, aceitou que residissem vinte monjas.
A grande mística Teresa não descuidava das coisas práticas. Sabia utilizar as coisas materiais para o serviço de Deus. Certa ocasião disse: "Teresa sem a graça de Deus é uma pobre mulher; com a graça de Deus, uma fortaleza; com a graça de Deus e muito dinheiro, uma potência".
Encontrou certo dia em Medina del Campo dois Frades Carmelitas que estavam dispostos a abraçar a Reforma: Antonio de Jesús de Heredia, superior, e Juan de Yepes, que seria o futuro São João da Cruz.
Aproveitando a primeira oportunidade, ela fundou um Conventinho de Frades em Duruelo em 1568. Em 1569 fundou o de Pastrana. Em ambos reinava a maior pobreza e austeridade.
Santa Teresa deixou o resto das Fundações de Conventos de Frades a cargo de São João da Cruz. Depois de muitas lutas, incompreensões e perseguições, obteve de Roma uma ordem que eximia os Carmelitas Descalços da jurisdição do Provincial dos Calçados.
Em 1580, quando estabeleceu-se a separação entre os dois ramos do Carmelo, Santa Teresa tinha 65 anos e sua saúde estava muito debilitada. Nos últimos anos de sua vida fundou outros dois conventos.
As fundações da Santa não eram simplesmente um refúgio das almas contemplativas, mas também uma espécie de reparação pelos destroços causados nos mosteiros pelo protestantismo, principalmente na Inglaterra e na Alemanha.
5 - A Morte
Na fundação do Convento de Burgos, que foi a última, as dificuldades não diminuiram. Em Julho de 1582, quando o convento já ia com suas obras adiantadas, Santa Teresa tinha intenção de retornar a Ávila, mas viu-se forçada a mudar seus planos para ir a Alba de Tormes visitar a Duquesa Maria Henríquez.
A Beata Ana de São Bartolomeu afirmou que a viagem não estava bem programada e que a Santa estava tão fraca que desmaiou no caminho. Certa noite só puderam comer alguns figos. Chegando a Alba, Teresa teve que deitar-se imediatamente. Três dias depois, disse à Beata Ana de São Bartolomeu: "Finalmente, minha filha, chegou a hora de minha morte". O Pe. Antonio de Heredia ministrou-lhe os últimos sacramentos. Quando o mesmo padre levou-lhe o viático, a Santa conseguiu erguer-se do leito e exclamou: "Oh, Senhor, por fim chegou a hora de nos vermos face a face!"
Ela morreu às 9 horas da noite de 4 de Outubro de 1582. Exatamente no dia seguinte efetuou-se a Mudança para o Calendário Gregoriano, que suprimiu dez dias, de modo que a festa da Santa foi fixada, mais tarde, para o dia 15 de Outubro. Foi sepultada em Alba de Tormes, onde repousam suas relíquias.
Teresa é uma das maiores personalidades da mística Católica de todos os tempos. Suas obras, especialmente as mais conhecidas (Livro da Vida, Caminho de Perfeição, Moradas e Fundações), contém uma doutrina que abraça toda a vida da alma, desde os primeiros passos até à intimidade com Deus no centro do Castelo Interior. Suas cartas no-la mostram absorvida com os problemas mais triviais. Sua doutrina sobre a união da alma com Deus é bem firmada na trilha da Espiritualidade Carmelita, que ela tão notavelmente soube enriquecer e transmitir, não apenas a seus irmãos, filhos e filhas espirituais, mas à toda Igreja, à qual serviu fiel e generosamente. Ao morrer sua alegria foi poder afirmar: "Morro como filha da Igreja".
Foi canonizada em 1622. No dia 27 de Setembro de 1970, o Papa Paulo VI conferiu-lhe o título de Doutora da Igreja.
Santa Teresa de Ávila é considerada um dos maiores gênios que a humanidade já produziu. Mesmo ateus e livres-pensadores são obrigados a enaltecer sua viva e arguta inteligência, a força persuasiva de seus argumentos, seu estilo vivo e atraente e seu profundo bom senso. O grande Doutor da Igreja, Santo Afonso Maria de Ligório, a tinha em tão alta estima que a escolheu como patrona, e a ela consagrou-se como filho espiritual, enaltecendo-a em muitos de seus escritos. Santa Teresa de Ávila fundou 28 Conventos espalhados por toda a Espanha e visitava-os regularmente para se manter inteiranda do seu funcionamento.
Sua festa é comemorada no dia 15 de Outubro.
2010-07-23 José Capinha

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Adventos Crísticos - Terceiro Milénio: Onde nos encontrar em Portugal nas próximas semana...

Adventos Crísticos - Terceiro Milénio: Onde nos encontrar em Portugal nas próximas semana...: "Segunda (11) - CEU HILEL (CACÉM) Quinta (14) - Centro Mariano Teresa de Calcutá (CALDAS DA RAINHA) Sexta (15) - CEU FRANCIS (CALDAS DA RAINH..."

Comemoração do 93º Aniverssário so Milagre do Sol em Fátima

93º Aniversário do Milagre do Sol em Fátima.

Jesus apareceu a sua Mãe em Nazaré e anunciou-lhe que Ela seria Proclamada pelo Pai, a Mãe da Humanidade e Rainha dos Anjos.

Certo dia Maria de Nazaré, estava sentada na soleira da porta de sua casa, quando se aproximou um mendigo, que lhe pediu para se sentar junto dela, e disse:
-“Que a Paz Universal esteja convosco, e permaneça nesta morada...”

Maria, ao ver o brilho dos olhos daquele homem, reconheceu que era o olhar do seu Filho Jesus e disse:
-“A Paz traze-a Vós. Oh! Mestre de meus caminhos, ainda escuros antes do Vosso prenúncio, mas fartamente iluminados pela Luz de Vossa Face...”

Ele, respeitoso e terno, proclamou:
-“Mãe!.. Myriam... Mãe que terrena se fez..., para miriades se conformar nos séculos e séculos de sustentação da Eterna Fé...
- Haveis, por certo, de igualmente Tomar-me por Eterno Filho... Entretanto vos assevero em gratíssimo aquiescer.
Amai-vos, mulher símbolo da grandeza materna,... pois que não existe quilate sobre a face deste Planeta que vos possa mensurar a composição..., a substância..., o conteúdo..., o brilho..., enfim..., o âmago-luz..., feito e refeito Amor..., único Eterno Amor...
Muitos serão por vossa magnitude envolvidos...
Mas não vos há de faltar o fel e amargura dos Insensatos ou Órfãos da Fé...
Ser-vos-á concedido o cetro de RAINHA perante a Humanidade Terrena.
Todavia, patenteado está que, em meio às vossas efémeras interveniênçias, junto às decisões emanadas do Poder-Encarnado..., muito se modificará..., ou terão os rumos invertidos em favor da Humanidade..., especialmente no tocante aos desfavorecidos..., fracos e oprimidos...
Vossas eventuais Aparições, em Etérico Formato, repercutirão entre Povos Nações, positiva e negativamente, o que, por certo, suscitará dúvidas, ansiedades, mandados e comprovação..., assentimento como se Milagre fosse e, sobretudo, maledicência, castigos, enclausuramentos e matanças de inocentes convictos.
Mas acima de tudo e todos haveis de pairar, desprovida de arrogância, soberba ou desamor.
Em vosso seio materno de clemência e mansuetude haverá de jorrar o bálsamo que ameniza o sofrimento, acalentando em doce prelúdio os filhos do Cristo, Senhor de Todos os Mundos.
Abençoai-me em Vosso Eterno Amor..., manancial de Eterna Luz...”
Segundo Genaro:
Quando Jesus de aproximou da casa da Sua Mãe, transmitia uma energia tal, que as nascentes de água que estavam secas jorravam, as plantas floresceram, os pássaros apareceram aos bandos, as casas que eram escuras ficaram brancas, as pedras da calçada que eram toscas ficaram lisas e brilhantes, enfim todo aquele ambiente se transformou para receber o Mestre Nazareno.

Mensagem de S. Janaro, extraída do livro, Adventos Crísticos de Adolfo Marques dos Santos.


2010-10-12 José Capinha

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Existem Missionários ao Serviço do Eterno Pai em todo o Universo de Deus

Por todo o Universo existem Missionários ao Serviço do Eterno Pai

RAZÃO MISSIONÁRIA

Palestra

Por: José Capinha

Temas:
1 – Por todo o Universo existem Missionários ao Serviço do Eterno Pai.
2 – O Sacerdote, Detentor da Razão Missionária, foi preparado durante Séculos, Milênios ou Eras.
3 – Simbolizando Francisco de Assis.
4 – Existe uma Plêiade de Espíritos Superiores, permanentemente reunida em Razão dos Adventos
5 – O momento é de consolidação dos valores mas, também seletivo para os Espíritos mais acanhados.
6 – A finalidade de estarem encarna¬dos é a Razão Missionária
7 – A Proposta Adventista procura habilitar o Homem a ser Forte pelo conhecimento.

1 – Por todo o Universo existem Missionários ao Serviço do Eterno Pai.
Em qualquer latitude cósmica, a Lei de Causa e Efeito age com perfeição, considerando que a reacção é proporcional a cada nível de consciência.
Onde quer que existam Espíritos nos Bilhões de Educan¬dários Materiais espalhados pelo Universo de Deus, existirá sempre aquele que, ao Serviço do Eterno Pai, estará encarnado, não tanto pelas suas necessidades pessoais de evolução ascen¬sional transcendente, mas como Guia, instruindo e modelando consciências.
Quem estiver encarnado, após receber o Toque Desper¬tador do Plano Luz, dado pelos Coordenadores do seu Planeja¬mento no Plano Físico, reconhecer que faz parte de um Plane¬jamento Sideral voltado para a Terra, detonará do seu incons¬ciente a Razão Missionária. Daí em diante não mais conseguirá disputar o Poder nem o domínio do Plano Material.

2 – O Sacerdote, Detentor da Razão Missionária, foi preparado durante Séculos, Milênios ou Eras.
É propósito dos nossos Superiores Confrades do Plano Luz que o Sacerdote, Detentor da Razão Missionária, que foi preparado no decorrer dos Séculos, Milênios ou Eras, aprume as suas Asas, Ungidas pelo Óleo Sagrado da veracidade, pois que suave, perseverante, silencioso, amoroso e fiel é o vôo da Ave Rara, mensageira da renovação, posto que Arauto do Pai.

3 – Simbolizando Francisco de Assis.
Francisco de Assis, o Poeta do Amor, a Ave Rara que tão de perto nos toca o coração, no seu encarne tinha a predesti¬nação de implantar os Adventos Crísticos. Por questões óbvias, obediente ao poder transitório da época, não lhe foi permitido cumprir a sua Razão Missionária.
Actualmente, Ele, o Radioso FRANCIS, tem papel preponderante junto aos Detentores Encar¬nados.
Essa Ave Rara de gorjeio Crístico, integrado por Mérito ao Mestre Jesus, não mede esforços para insuflar os Detentores, despertando neles a coragem, o discernimento, a perseveran¬ça, a disciplina e, acima de tudo, o Amor – argamassa crística para a construção da Nova Civilização.

4 – Existe uma Plêiade de Espíritos Superiores, permanentemente reunida em Razão dos Adventos
Envolta em Êxtase Divino, existe uma Plêiade de Espíritos Superiores, permanentemente reunida em Razão dos Adventos e de seus diletos Detentores, coordenando o planejamento da implantação na Terra do Cristianismo Crístico.
Quando as Sa¬gradas Fileiras enfatizam o termo Detentores querem se referir àquelas almas que em vivências outras lograram com fidelíssi¬ma assertiva divulgar a palavra Dele, o Nazareno Mestre. Atual¬mente encarnados, mantêm íntima ligação com os seus confra¬des do plano Luz para a sustentação da palavra de renovação cristã. Entre os que integram as Sagradas Fileiras, Francisco de Assis é um baluarte.

5 – O momento é de consolidação dos valores mas, também seletivo para os Espíritos mais acanhados.
O momento Histórico do Planeta é de consolidação dos Valores amealhados pelos Milênios, mas também seletivo para que os Espíritos mais acanhados, tímidos para com os valores dos Céus, não permaneçam à frente na condução da socieda¬de, muito menos ainda como representantes de Deus, estimu¬ladores do religare, tendo em vista que a fase da infantilidade espiritual terminou.
Exprimirão o inefável com a vibração da convicção aqueles que experienciaram Deus com maior abran¬gência, portadores que são de determinadas sensações e emo¬ções advindas dos Planos Superiores.

Quem tenha alcançado, por Méritos próprios, a Ra¬zão Missionária, é sabedor de que há muito o seu Espírito de grande amplitude Cósmica já alcançou a necessária condição de autoconduzir-se e comunicar-se com a Fonte-Luz, não tem dúvida de que seu séquito se compõe dos mais Nobres Mestres que consigo caminham apenas na expectativa de acompanha¬mento de sua elipse evolutiva.
São, portanto, seus amigos e interessados espectadores de suas perspectivas.
Buscam, tão¬ somente, aliviar-lhe a carga cármica para que melhor caminhe e maior se torne a abertura de seu campo-luz.

6 – Sabem que a finalidade de estarem encarna¬dos é a Razão Missionária
Aqueles cuja finalidade primordial de estarem encarna¬dos é a Razão Missionária, para se manterem ligados aos seus Coordenadores do Plano Luz é necessário o empenho sempre vislumbrando o novo, considerando o moto-contínuo que é o Universo nas suas transformações.
É um grande desafio da vida caminhar em direção ao desconhecido, ao ignoto...
Mas sem tal desconforto, não haverá evolução por falta de novas experiên¬cias, novas aquisições.

Ninguém pode nortear os semelhantes se estiver desnorteado, portando a bússola do descontrole, do desequilíbrio, da desarmonia íntima.
Por isso, quem se propuser a ser Condutor de Almas ao Reino dos Céus procure antes trabalhar a sua inte¬gração consciente aos ideais Superiores, aqueles que inspiram coragem, segurança, amor à vida, vontade de iluminar-se para servir de farol aos viandantes que não têm direção nem sentido.

7 – A Proposta Adventista procura habilitar o Homem a ser Forte pelo Conhecimento.
A Proposta Adventista, com o silêncio identificador da convicção dos seus condutores dos planos físico e espiritual, sem ferir a suscetibilidade dos mais exaltados, nem dos desprovidos da eterna fé, procura habilitar o Homem a ser um forte pelo conhecimento e, na condição de Missionário ao Serviço de Deus na Terra, parcimoniosamente conviva...
Com as almas enfermas, sem enfermar-se...
Com os agressivos, sem perder a ternura...
Com os guerreiros, sem desvincular-se da sua paz interior...
Com o azedume de muitos, sem destemperar-se a ponto de perder a qualidade inata de dulcificar...
Com os portadores da farpa da discórdia, sem perder o polimento da ética cristã...
Com os tempestuosos, sem deixar de alimentar neles a bonança a ser alcançada...
Com os embriagados, sem deixar de fornecer-lhes a água viva do Evangelho...
Com os intoxicados, sem, no entanto, deixar de ser impoluto ao ideal, almejado...
Com os trevosos, sem deixar de ser a Luz do Mundo...
Com os insípidos, sem deixar de ser o Sal da Terra...
Com os preguiçosos, sem deixar de esclarecer-¬lhes que sem esforço Moral não há Ascensão transcendente que lhes faculte, por ressonância, sentir o Senhor de todos os Mundos, a Fonte Geradora da Vida– Deus.
Assim, banhados pelas cascatas de luzes advindas das cachoeiras eternas do Eterno Pai, vamos Orar ao Senhor da Vida, a fim de que os portadores da Razão Missionária permane¬çam íntegros à causa crística e continuem...
Sendo dínamos geradores de luzes no universo íntimo dos seus ouvintes...
Condutores de homens ao júbilo, invadidos pela sensação do êxtase divino, pela emoção de descobrir em si uma Fagulha de Deus...
A ser aqueles que transformam as tempestades dos incipientes em chuvas de bênçãos, de energias que restauram consciências...


2010-05-30 José Capinha